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EDITORIAL
Gargalhar também pode ser uma bateremos o envelhecimento de- de Trás-os-Montes. Também o
forma de observar. Num mundo mográfico? De onde chegam estes acompanha Pedro Guerreiro: be-
globalizado, o nosso bom humor novos navegantes? Conversamos be-se vinho com lebres ao ritmo
pode ser escrutinado. Rir, dentro num «português com açúcar» com de tartarugas. Pois com certeza.
ou fora do ecrã é sempre o melhor um português que amassou o pão Entre o pesadelo e o favo de mel
remédio: uma gargalhada pintada do outro lado do Atlântico e, por presentes no Céu que nos une e
pelo «nosso» mestre Carlos Fari- falar na língua que nos une, pedi- desune, (estão os astros loucos?),
nha, um artista levado a sério. Do mos a opinião ao Filipe Luís, editor interpretado pela «nossa» astró-
observatório dos Lusodescenden- executivo e jornalista da revista loga Inês Bernardes, vamos me-
tes, chega-nos o colóquio: «Macau Visão, sobre o acordo ortográfico: dindo o pulso aos transmontanos
- vertentes de mobilidade» e sobre sim ou não? Curiosos sobre auto- de Montalegre, que temem ficar
Macau fala-nos apaixonadamente res e livros lusófonos, deixamos com sede em razão da febre do lí-
Joaquim Pereira, de onde regressou temporariamente o território na- tio. As crianças e os jovens podem
com dois anos. Afinal. o Kilt escocês cional e abrimos a porta a terras começar a ler sobre noções básicas,
e o chá das cinco onde nasceram? brasileiras: Joaquim de Assis. Uma não ideológicas, de Política. Quem
Encontramo-nos e entrevistamos história de vida e obra que podiam não conhece o Gerês, não conhe-
Rui Machete, Ministro de Estado e ser atuais. No Património, conti- ce Portugal: uma opção tranquila
dos Negócios Estrangeiros dos XIX nuamos com a boa disposição de para passar o ano. Se prefere calor,
e XX Governos Constitucionais. António Manuel Monteiro, que nos vá até à Indonésia e visite as ilhas
Gilda Pereira, em «Migrações» abre o apetite com receitas da bru- Gili, sendo um residente não habi-
oferece-nos e sua visão sobre os xa de Valpaços. Alimento próprio tual um trabalhador transfrontei-
novos migrantes: aumentaremos de outono e fora de modas. Va- riço, ou outro. Regresse connosco a
a nossa taxa de natalidade? Com- mos à caça: meditações e recitais 10 de dezembro. Bom S. Martinho!
Madalena Pires de Lima
Diretora Adjunta
diretora@observamagazine.pt
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